INGRESSOS TROCADOS
"Nem só de PC vive o homem..." Abre portas neste ônibus. Mesmo perturbado, almoço, durmo, levanto três, escrevo duas, um fim assombrador. Sentado no coletivo, desço e entro...
Entra! Enquanto atendi, repus livros, escutei! Guga? Com cicatriz, é esse? (¿Cicatriz?) Observei-o duvidoso, inseguro, traído por si próprio. Também menti:
"Café tomado; copo jogado com pedaço de pão, daí a tia viu o lixo, corri antes de interrogar". (¡quase!)
Escuras 10 horas, quarta-feira, quem encontro? Ah, esqueci! Tirem sapatos enormes, abandonem narizes vermelhos, ainda são palhaços provoca-TI-vos na nossa conversa decorridos 30'.
Pele suada, tarde veicular, cena rapidamente vivenciada, noite retomada em ligeiro olhar acima. Ligeiro... ligeirinho, sim! Comigo aconteceu assim:
"No ligeirinho conversávamos sobre a mesma pessoa, parecia, que fazia FAP, até eu dizer: 'tá namorando com uma menina'; nossa... namorando, a moça ficou boquiaberta, com MU-MULHER!?" Xarás, embora diferentes. (engano compartilhado)
Semi-curado, acesso o Messenger! Fabi, on...conectada leria algo entre dois sexos antagônicos e agora? Aciona seu senso feminista ou dominador-dominada, iniciamos papo.
*SALVO-CONDUTO*
Tem nesse título uma segunda intenção ou é impressão? Isso cabe ao leitor... quer contar sem interferências? Tudo bem, tudo bem!
Sapecava nos meus poucos anos quando quebrei algo em casa, não fui eu! Mentira tem perna curta, pai? Discordo, perna comprida, demais até! Quem possui perninhas eh rapidinho. Se bobear tropeçamos facilmente nela e pronto...caí! Nosso relato se encaixa nas mentiras contadas pelos homens, nesse caso consideremos fins justificando meios.
Esperava sentada a ansiosa, numa loja de informática. Minutos antes ele pensava como começar conversas cujo foco eram desconhecidas, fugindo do tradicional "que horas são". Surpreendido foi (\* aquela garota pergunta o horário */) pressentia aproximar vosso transporte, apareceu fazendo curva!
Em pé não mais tinham importância as horas, tampouco a atenção dele. Entretanto fala, após ele descodificar números oralmente, sua voz soa similar a do amigo:
— É irmão do Guga?
— Aham! (Consciência quieta, embora devesse intervir)
Faz Filosofia, neh? Senhor Marcel responde "aham", ai Deus! Reflexo amarelado, nada condizente a cabelos, sobre 2 faces. Antes de subir degraus, ela acrescenta:
— É, seu irmão toca num bar diabo.ao.fogo, não eh? O pessoal depois foi para tua casa dormir. (sorrindo)
De biquíni a filósofa-estudante, casaco dos pés a cabeça (querendo esconder bem essa) meu ami...protago...antagonista. CONTINUA? \/
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/\ NÃO CONTE!
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